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Meu app viralizou e NÃO aguentou! Otimizando sem gastar mais

O sonho de todo mundo que tem um projeto de aplicativo é vê-lo viralizar e lotar de gente usando, não é? Pois o meu aplicativo viralizou… e não deu conta da quantidade de acessos.

Isso aconteceu com a Fliptru, meu projeto de plataforma de autopublicação de quadrinhos online.

Resolvi escrever esse post para compartilhar um pouco da experiência de ver a Fliptru explodindo de usuários e saindo do ar graças a um vídeo do Youtube.

Também vou aproveitar pra falar de como resolvi o problema de performance que já vinha afetando a plataforma há anos.

Contexto inicial

Quero começar dando um contexto sobre a história e a situação atual da Fliptru.

Sou a única pessoa que mantém esse projeto rodando, financeira e tecnicamente falando. Desenvolvi a plataforma e a mantenho no ar no meu tempo livre.

Sua primeira versão foi implementada em algumas semanas no primeiro semestre de 2019 e a coloquei no ar usando um serviço de hospedagem de $10 onde o banco de dados e o servidor já estavam inclusos.

Manter a plataforma era muito barato e simples neste começo. Pouca gente usando, poucas funcionalidades, baixo custo do serviço de hospedagem…

Então, ainda em 2019, recebi um aviso de que o serviço bom e barato que eu usava ia simplesmente deixar de existir. Me vi na posição de encontrar uma alternativa pra hospedar a Fliptru em poucos meses.

Contratei um amigo que trabalha com infraestrutura para fazer a migração da aplicação para a AWS.

Ele me deu algumas opções incríveis para a infra do projeto.

Opções com auto-escaling, load balancer e etc (guarde essa informação), mas eu não tinha grana o bastante pra pensar em algo tão avançado e TÃO caro.

Então, entre as opções de infraestrutura que ele me apresentou, escolhi a versão mais barata e menos robusta. Só uma máquina EC2 com Docker rodando e o banco de dados eu mesmo resolveria com um serviço de fora da AWS.

No primeiro ano usei um cupom de 100% OFF na AWS, então, nada de custos muito altos.

Nota: a infra do projeto tem mais detalhes e outros serviços que uso, mas não são relevantes para a história que vou contar, então vou deixá-los de lado.

Bem, depois que o cupom de um ano de AWS na faixa terminou, os custos para manter a plataforma no ar subiram de forma expressiva. O que já era previsto.

Enquanto isso o projeto ganhou relevância entre o nicho de quadrinistas independentes e hoje é referência na área graças a comunidade incrível que se formou em volta da Fliptru, o que me deixa super orgulhoso.

O crescimento orgânico

A nossa comunidade é super engajada e ajuda muito a Fliptru a se divulgar e, consequentemente, a crescer.

Nunca gastei um centavo com anúncios pagos nestes mais de quatro anos de projeto. Mesmo assim, crescemos em uma taxa média de mais de 100% ao ano.

Veja o crescimento usual em 28 dias entre um mês (junho/23) e outro (julho/23) no Google Analytics.

São cerca de 14% a mais de usuários de um mês para o outro.

Lembrando que o GA considera usuário como uma pessoa única que visitou a página no período.

Eu gosto muito de acompanhar esse crescimento pelo Google Analytics e ver quantas pessoas estão usando a Fliptru nestes períodos.

Até agosto de 2023 nós, lentamente, ultrapassamos as 20 mil pessoas lendo quadrinhos independentes na Fliptru. Ver isso acontecendo é incrível!

A lentidão da plataforma

Com o crescimento da comunidade, a partir do segundo pro terceiro ano de operação, as primeiras reclamações de lentidão da plataforma começaram a aparecer.

Em horários de pico a experiência de navegação ficava bem mais lenta do que o normal.

Sempre assumi que o problema era que o serviço de banco de dados que eu usava era péssimo.

Eu recebia alguns erros de timeout do banco de dados durante estes períodos… então parecia obvio que eles tinham um serviço instável (guarde mais essa informação).

Cheguei a testar o Datadog para tentar encontrar o gargalo, mas sem sucesso.

Então continuei assumindo que tinha que migrar o banco de dados para resolver esse problema.

Alguns meses atrás eu implementei o Memcached para usar cache pra mitigar esse problema, já que ele estava ficando cada vez pior.

Depois de aprender muito sobre performance e cache, eu pensei ter conseguido um resultado melhor na Fliptru.

Só que algumas requisições ainda demoravam muito durante horários de pico… parecia que eu ia ter que migrar mesmo o banco de dados, mas não tinha tempo e nem dinheiro pra isso por enquanto.

Até que…

O dia em que a Fliptru parou

Domingo, 20 de agosto de 2023.

Os primeiros alertas do Cronitor (serviço que uso para monitorar a Fliptru) começam a pipocar no meu email.

A plataforma está super lenta e saindo do ar o tempo todo.

Fiquei super frustrado mais uma vez com o serviço de banco de dados e ainda mais decidido que estava na hora de migrar para outro provedor, mas não dava pra ser agora.

Soltei um aviso pra comunidade de que, por “problemas em um serviço terceiro”, estávamos com instabilidade na plataforma durante aquele dia.

Eu esperava que seria mais um dos (raros) dias em que o serviço estava fora do ar.

Abri chamados no suporte do serviço de banco de dados e eles responderam que não havia nada de errado da parte deles.

Fiquei com ainda mais raiva deles e fui pesquisar quanto custava servir o banco na AWS e, imediatamente, desisti da ideia porque era financeiramente inviável.

Tinha que ser o serviço do banco de dados, porque eu estava recebendo centenas de erros de timeout deles.

“Amanhã vou tentar umas mudanças de emergência para diminuir a carga no banco.” – pensei ao ir pra cama naquela noite.

O dia depois de ontem

Acordei cheio de ideias para melhorar a performance da aplicação e, pela manhã, fiquei sambando entre executar as tarefas do meu trabalho “9to5” e lidar com a plataforma caindo o tempo todo.

Até que, do nada, resolvi conferir o Google Analytics… e foi isso que eu vi.

Na verdade o que eu vi foi um número inacreditável no bloco “Usuários nos últimos 30 minutos“, eram cerca de 560 pessoas onde normalmente mostrava 50 e poucas.

Fui checar os detalhes de uso e vi que todo mundo estava lendo o quadrinho Sense Life.

Imediamente segui o meu “protocolo de viralização de quadrinho da Fliptru”.

  1. Acessar o Google
  2. Procurar pelo nome do quadrinho que tá viralizando
  3. Encontrar de onde vem o tráfego pra ele

Normalmente acho um post do Twitter apontando pra algum quadrinho que viralizou por lá.

Note que, por eu ter um protocolo de viralização, isso já aconteceu algumas vezes no passado, mas nunca com o tamanho que Sense Life estava tendo naquele momento.

Seguindo meu “protocolo” eu descobri que o canal AniRap tinha lançado um vídeo-clipe em animação com um rap do quadrinho Sense Life.

Nunca tinha ouvido falar desse canal antes, mas ele tem milhões de visualizações em cada vídeo que lança.

E lá estava, na descrição do vídeo o link oficial pro quadrinho Sense Life é o da Fliptru.

Mesmo com nosso link direto lá, provando que as pessoas não leem descrição de vídeo no Youtube, a maioria das pessoas estava achando Sense Life através da busca no Google.

Olha, Sense Life já é um quadrinho com muito mais engajamento na Fliptru do que a média da plataforma, mas depois desse vídeo a coisa virou uma loucura!

Agora eu tinha que dar um jeito de fazer a plataforma aguentar esse tráfego louco!

Tentando, sem sucesso, manter a Fliptru no ar

Adicionar o cache e remover algumas requisições extras até que ajudou a manter a plataforma no ar por mais tempo. Mas não foi o bastante para os horários de pico.

No d+1 (um dia depois do incidente) a Fliptru continuava caindo e sendo péssima de navegar.

Comecei a ficar desesperado… eram milhares de novas pessoas conhecendo meu projeto e essa não era a experiência que eu queria que eles tivessem no primeiro acesso.

Continuei subindo melhorias e alterações de emergência e soltando avisos pra comunidade do que tava acontecendo.

Mas nada realmente concertava o problema.

No d+4, terça-feira, dia 23, eu decidi abandonar o barco.

“É só isso. Não tem mais jeito. Acabou, boa sorte.”

Vanessa da Mata

“Uma hora o hype vai embora e a plataforma vai voltar ao normal.” – pensei.

Nada como deixar o inconsciente resolver o problema

Não me recordo para onde eu estava dirigindo, mas me lembro de qual era o trecho da estrada onde eu estava na hora em que a solução me veio, no meio de uma conversa com a minha esposa.

Depois de tentar “não pensar mais no problema”, lá estava ela… a causa disso tudo surgiu na minha cabeça como se fosse óbvia!

Não só a causa deste problema atual, mas de todo o problema histórico de lentidão da plataforma.

Durante as inúmeras horas procurando formas de otimizar todas as pontas do aplicativo, estudei as configurações do próprio banco de dados para saber se tinha como otimizar algo por lá.

Lá eu vi que 100 conexões era o máximo que o banco aguentava por vez.

E foi aí que eu percebi o que realmente estava causando tudo isso.

Desde os primeiros meses da Fliptru eu quis que os usuários tivessem informações sobre como os leitores estavam consumindo suas obras.

Pra isso eu criei endpoints que coletam dados de uso toda vez que um usuário lê uma página ou acessa detalhes de um quadrinho.

Bom, dezenas de milhares de pessoas estavam lendo Sense Life.

Ficou super claro que o banco era o gargalo sim, mas não por culpa do serviço terceiro que eu usava, mas sim por conta de um decisão de arqutiteura que eu fiz lá no começo da plataforma e nunca mais tive tempo de repensar.

Parecia tão óbvio agora… a falta que faz ter mais de uma cabeça pensando nas soluções, né?

Bom, saber a causa do problema é 50% da solução.

Agora é sentar na frente do computador e achar um jeito de coletar essas informações de uso sem abrir centenas de conexões com o banco de dados ao mesmo tempo.

Custo x benefício

Como eu comentei antes, a pessoa que fez a migração da infraestrutura da Fliptru tinha me oferecido uma arquitetura que seria auto-escalável e não enfrentaria esses problemas.

Eu devia ter escolhido essa solução mais robusta então?

Não. Nem pensar.

Se eu tivesse escolhido ser auto-escalável, a plataforma até não teria caído durante o viralização de Sense Life, mas eu provavelmente teria uma dívida gigantesca no meu cartão de crédito agora mesmo.

Estou falando de milhares de dólares…

Então, vou deixar a plataforma caindo sempre pra não ter que vender um rim?

Também não. Vou resolver de forma barata.

Resolvendo o problema com baixo-custo

Comecei a quebrar o problema em partes e pensar na solução para uma parte por vez.

Primeiro, vou usar uma operação “bulk” para gravar multiplos dados abrindo só uma conexão por vez.

Assim, milhares de usuários acessando ao mesmo tempo vão abrir uma única conexão com o banco de dados para persistir os dados de uso.

Mas como fazer isso?

Preciso acumular os dados em algum lugar temporátio para depois processá-los.

E se eu usasse o Memcached pra isso?

Estou usando esse serviço para “cachear” as coisas que são lidas, mas e se eu usasse ele para gravar dados temporários também?

Bora tentar, afinal, já estou pagando pelo serviço mesmo. E se não der certo, penso em outra solução.

Na prática eu fiz assim…

Memcached é um banco tipo chave-valor, então gravo uma chave de identificação específica com uma lista de dados relacionados ao uso dos leitores.

'read_data_0': [
    {
        'user_pk': 10234,
        'content_object_pk': 4321,
        ... 
    }
]

De tempos em tempos um script agendado persiste estes dados no banco de dados relacional usando uma operação bulk.

Claro que isso gera concorrência, já que enquanto um bloco de dados esta sendo processado ele tem que ficar bloqueado para novos dados.

Para lidar com isso, enquanto um bloco está sendo processado ele tem um “status” que não permite que mais dados sejam registrados nele e o endpoint que grava os dados de uso se vira para abrir um novo bloco ou encontrar um que ainda não começou a ser processado para acomodar os dados temporários.

'read_data_0': 'processing'
'read_data_1: [
    {
        'user_pk': 7263,
        'content_object_pk': 7273,
        ... 
    }
]

Deu muito certo.

Uma solução ultra-simples e que não adicionou NENHUM custo novo para a operação da plataforma.

E sabe o que mais?

Mesmo com o declínio do hype de Sense Life, continuamos com 400% mais usuários acessando nossa plataforma todo dia do que tínhamos no horário de pico antes.

Ainda assim, a Fliptru tá voando. Sem lentidão.

Otimização de baixo-custo feita com sucesso!

Conclusão

Bom, esse é o resultado final do caso da viraliação de Sense Life na Fliptru no Google Analytics.

Uau, cem mil pessoas usando minha aplicação… nunca imaginei isso acontecendo.

Agora que achei uma solução para otimizar a platsaforma, estou super feliz com tudo isso que aconteceu.

Aprendi muita coisa sobre caching e performance.

O estresse valeu a experiência e o resultado final.

Agora, bola pra frente e bora continuar levando a Fliptru além dos seus limites.

Obrigado por ler até aqui e até a próxima!

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Crônicas Quadrinhos

Só impresso vale? O futuro do quadrinho digital no Brasil

Existe, para mim, uma grande diferença entre quadrinho impresso e quadrinho digital. E não é apenas o lugar onde a pessoa vai ler a história.

São duas formas bem diferentes de consumo de histórias em quadrinhos.

Nesta semana eu publiquei um vídeo no meu canal do Youtube onde falo um pouco sobre a esta diferença de experiência de leitura entre quadrinhos impressos e quadrinhos digitais.

O vídeo foca especificamente em pensarmos na experiência que nossos leitores terão antes de começar a produzir a história.

Esse tema me fez pensar bastante.

Por que será que vivemos pensando em publicar os quadrinhos de forma impressa? Por que será que muitos de nós tendemos a dar mais valor ao quadrinho impresso do que ao quadrinho digital?

Nós vemos o quadrinho digital como uma forma de divulgar nosso trabalho para criar uma base de leitores e então conseguir publicar impresso de alguma forma no futuro.

Atualmente tenho mudado muito minha visão nesse sentido.

Eu vejo o quadrinho digital como uma nova maneira de curtir boas histórias. É uma mídia diferente, com um público mais amplo e também mais imediatista.

Um público que quer ver coisa nova o tempo todo, afinal qualquer conteúdo de internet precisa ter constância para ganhar relevância.

Tenho pensado sobre isso ultimamente e a Fliptru é a grande responsável por essa reflexão.

Muita gente pergunta se a Fliptru, que é uma plataforma de auto-publicação de quadrinhos digitais, vai se tornar uma editora de quadrinhos impressos… a resposta é não, não tenho essa intenção.

Na verdade eu quero que ela abra caminho para uma nova forma de consumir quadrinhos, consequentemente uma nova forma de vender/comprar quadrinhos.

Como eu falei no vídeo, se eu começasse a criar uma HQ do zero hoje em dia, certamente faria no formato vertical (pergaminho, webtoon) e focaria em entregar capítulos semanais para meu público.

A ideia seria vender estes capítulos semanais em um lugar como a Fliptru. Esse tipo de monetização é uma das coisas que quero permitir que autores façam na plataforma no futuro.

Ainda é um pensamento em início, mas vale levantar o assunto para entender a opinião das pessoas que estão lendo este texto.

Por favor, comente a sua opinião sobre esse tema.

Você acha que o quadrinho impresso tem mais “valor” do que o digital? Você acha que o quadrinho digital é apenas um meio de adquirir público? Ou você acredita que dá pra vender quadrinhos digitais consistentemente?

Temos que conversar sobre isso.

O mercado está mudando, os quadrinhos digitais já tem um apelo maior para a nova geração de leitores que está vindo por aí.

Porque não criar uma cultura de consumo de quadrinhos digitais aqui no Brasil, assim como acontece nos mercados de fora do país?

Sites como Webtoon e Tapas já estão vendendo quadrinhos digitais através de suas plataformas há anos!

Já existem autores e autoras gringos que ganham a vida ou vendendo seus quadrinhos por estes aplicativos ou sendo contratados para criarem quadrinhos exclusivos para estas plataformas.

Todos em um formato exclusivo para a ser lido pelo celular, o chamado formato webtoon.

Então porque nós por aqui ainda estamos tão atrasados em relação à isso?

Isso me faz pensar sobre formas de permitir que isso aconteça, principalmente como criador de uma plataforma de quadrinhos digitais nacionais.

Será que ter ferramentas para vender quadrinhos neste formato pela plataforma é um meio de fomentar esta mudança no mercado nacional?

Só testando para saber.

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Quadrinhos

Regras para participar do DESAFIO FLIPTRU 2

Neste vídeo apresento oficialmente a SEGUNDA EDIÇÃO do DESAFIO FLIPTRU e quais são as regras para que você também participe! Além disso aproveito para mostrar algumas maneiras para ter ideias a partir de um tema, como é necessário para participar deste desafio!

00:00 Intro
00:14 Desafio Fliptru 2
06:45 Regras para participar
07:49 Ideias a partir de um tema
14:47 Converse sobre sua ideia
16:21 Encerramento

LIVE DA ESCOLHA DO TEMA https://www.instagram.com/tv/CE2KubhjvjQ
PÁGINA DO DESAFIO FLIPTRU 2 https://fliptru.com.br/desafio2
PARTICIPANTES DO DESAFIO FLIPTRU 1 https://fliptru.com.br/desafio
ENCERRAMENTO DO DESAFIO FLIPTRU 1 https://www.youtube.com/watch?v=Jo55p1rCb_w

Links úteis para você

Quem sou eu?

Meu nome é Marcus Beck e meus objetivos são:

  • Entreter através das minhas histórias;
  • ajudar quadrinistas independentes a divulgar seus trabalhos através da plataforma Fliptru;
  • e trazer o máximo possível de informação sobre como criar uma história em quadrinhos para o maior número de pessoas possível.

Publiquei minhas webcomics (quadrinhos online publicados na internet) por mais de dez anos e aprendi muitas lições sobre o que deve ou não ser feito para que as HQs sejam as melhores possíveis.

Quando eu comecei a criar meus quadrinhos eu gostaria muito que tivesse conteúdo sobre o assunto para que eu não tivesse que aprender tudo sozinho.

Por isso que criei meu canal do Youtube e também o meu blog, para ajudar quem está passando pela mesma situação que eu estive quando comecei.

Também sempre senti a necessidade de criar uma comunidade e uma plataforma onde quadrinistas nacionais pudessem publicar suas obras e entrar em contato com seus leitores.

Por isso em 2019 eu usei meus conhecimentos como desenvolvedor de software para criar e lançar a plataforma Fliptru.

Faço o possível para responder todas as perguntas, por isso fique a vontade para comentar com todas as suas duvidas. =)

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Empreendedorismo

Meio milhão de páginas de quadrinhos lidas!

Um tempo atrás eu fiz um vídeo foi feito para comemorar um marco da plataforma de quadrinhos Fliptru: meio milhão de páginas de quadrinhos lidas!

Mas gostaria de falar um pouco mais sobre como foi a experiência de ter entendido o quão grande um projeto pessoal e tocado apenas por uma pessoa (eu, no caso) estava se tornando.

Ah, antes de continuar, este é o vídeo que fiz para comemorar o marco. Nele também conto um pouco de como foi o processo de criação da Fliptru.

Comemorando um ano e me dando conta dos números

Em março do ano passado a primeira HQ foi publicada na Fliptru. Completamos um ano de existência com números muito legais.

Pouco mais de um ano após esse lançamento tímido a Fliptru tem hoje 110 quadrinistas que publicaram 211 quadrinhos com 428 capítulos, dentro daqueles que são séries, somando um total de 6010 páginas!

Já são 427.294 visualizações de páginas de quadrinhos através da plataforma.

Fonte: Postagem no blog da Fliptru

Tive que fazer uma pesquisa de números para escrever esta publicação que citei acima, graças a isso comecei a acompanhar mais de perto o número de páginas de quadrinhos lidas através da Fliptru.

Faltava muito pouco para chegarmos ao meio milhão e isso me deixou impressionado.

Sabe, é normal termos um projeto que roda quase que “sozinho”, como é o caso da Fliptru, e aí passamos muito tempo ocupados em outras coisas (no meu caso o emprego e um projeto de HQ em mini-série) e quando voltamos a ver o negócio está muito maior do que você esperava.

E foi isso que aconteceu com a Fliptru!

Quando fui levantar os números para a postagem de um ano de Fliptru tomei um susto com a quantidade de autores, quadrinhos e interações que a comunidade vinha gerando.

Bem, voltando… eu comecei a acompanhar diariamente o número de páginas lidas.

Até que finalmente aconteceu!

Se eu não me engano era uma quarta-feira como qualquer outra. Eu acordei, fiz minha rotina matinal de reuniões no trabalho e café da manhã.

Quando sentei na varanda para dar aquela descansada, resolvi sacar o celular do bolso e ver os números da Fliptru.

Lá estava o 500k estampado na página “Sobre” do site.

Isso já faz umas duas semanas, mas só hoje consegui sentar para escrever sobre o marco aqui no blog.

E hoje?

Hoje, enquanto escrevo este post, a página “Sobre” da Fliptru diz isso:

E eu estou muito orgulhoso dessa comunidade de pessoas que amam fazer e ler quadrinhos e que se apoiam entre si!

Porque se tudo isso foi possível em tão pouco tempo, não é por causa do meu trabalho como criador/fundador da plataforma e sim porque uma comunidade de pessoas incríveis se agrupou em torno deste projeto e está fazendo com que ele se torne algo muito maior!

Bem, era isso que eu queria compartilhar hoje.

Continue lendo quadrinhos nacionais na Fliptru e divulgue sempre que possível para que toda a comunidade se beneficie!

Quem sou eu para falar sobre milhões de páginas de quadrinhos lidas na Fliptru?

Meu nome é Marcus Beck e meus objetivos são:

  • Entreter através das minhas histórias;
  • ajudar quadrinistas independentes a divulgar seus trabalhos através da plataforma Fliptru;
  • e ajudar pessoas a contarem histórias através da linguagem dos quadrinhos.

Publiquei minhas webcomics (quadrinhos online publicados na internet) por mais de dez anos e aprendi muitas lições sobre o que deve ou não ser feito para que as HQs sejam as melhores possíveis.

Quando eu comecei a criar meus quadrinhos eu gostaria muito que tivesse conteúdo sobre o assunto para que eu não tivesse que aprender tudo sozinho.

Por isso que criei meu canal do Youtube e também o meu blog, para ajudar quem está passando pela mesma situação que eu estive quando comecei.

Também sempre senti a necessidade de criar uma comunidade e uma plataforma onde quadrinistas nacionais pudessem publicar suas obras e entrar em contato com seus leitores.

Por isso em 2019 eu usei meus conhecimentos como desenvolvedor de software para criar e lançar a plataforma Fliptru.

Faço o possível para responder todas as perguntas, por isso fique a vontade para comentar com todas as suas duvidas. =)

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Quadrinhos

Resultado do primeiro Desafio Fliptru

É com muito orgulho que apresento o resultado do primeiro Desafio Fliptru!

Foram quase QUARENTA histórias em quadrinhos publicadas exclusivamente para o desafio na plataforma Fliptru.

Para ler todos, basta acessar este link.

Como prometido, eu fiz um vídeo falando sobre TODOS os quadrinhos participantes.

Só posso dizer que fiquei muito feliz e também muito impressionado com o tamanho do engajamento das pessoas nesse desafio.

E tem muita gente pedindo mais!

Então em breve vou abrir as sugestões para o tema do próximo Desafio Fliptru no meu canal do Youtube.

Fique ligado!

Como funcionou o primeiro Desafio Fliptru

Veja as regras que todos os participantes tiveram que cumprir para participar.

  1. Faça uma HQ fechada de qualquer tamanho (tirinha, uma página, cinco páginas, etc) com o tema escolhido: CORAGEM
  2. Publique a HQ aqui na Fliptru marcando com a tag “desafioFliptru”
  3. Faça isso até o prazo, dia 31 de maio de 2020

Todas as HQs publicadas no desafio foram apresentadas no canal do Youtube do Marcus Beck, divulgando assim o nome e as redes sociais da pessoa que criou a história.

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Publiquei minhas webcomics (quadrinhos online publicados na internet) por mais de dez anos e aprendi muitas lições sobre o que deve ou não ser feito para que as HQs sejam as melhores possíveis.

Quando eu comecei a criar meus quadrinhos eu gostaria muito que tivesse conteúdo sobre o assunto para que eu não tivesse que aprender tudo sozinho.

Por isso que criei meu canal do Youtube e também o meu blog, para ajudar quem está passando pela mesma situação que eu estive quando comecei.

Também sempre senti a necessidade de criar uma comunidade e uma plataforma onde quadrinistas nacionais pudessem publicar suas obras e entrar em contato com seus leitores.

Por isso em 2019 eu usei meus conhecimentos como desenvolvedor de software para criar e lançar a plataforma Fliptru.

Faço o possível para responder todas as perguntas, por isso fique a vontade para comentar com todas as suas duvidas. =)

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HQs para ler online Tailer

Tailer – Parte 14: Intervalo

Dando continuidade aos capítulos que formam novo volume da minha websérie em quadrinhos Tailer, a Parte 14 está disponível para ler online na Fliptru.

Esta série é um grande laboratório para mim e a cada capítulo eu experimento coisas diferentes tanto em relação à arte (desenho, arte-final, composição) como também em relação ao storytelling e desenvolvimento de personagens.

Eu gostaria muito de “andar mais rápido” com essa história, publicando mais capítulos em menos intervalo de tempo para ler online.

Tenho tanta coisa para evoluir na história que isso me deixa um pouco ansioso.

Só que o tempo que tenho para me dedicar a criar meus quadrinhos ainda é uma parcela muito pequena da minha semana.

Isso porque:

  • Preciso pagar minhas contas, então tenho um emprego de pelo menos 40 horas semanais;
  • Preciso continuar minha missão de ajudar mais gente a criar quadrinhos, então faço um vídeo por semana para meu canal do Youtube.
  • Preciso continuar dando espaço para que as pessoas possam publicar seus quadrinhos online, então gasto um bom tempo mantenho a plataforma Fliptru sempre com atualizações e correções de problemas.

Bom, acho que já falei demais por aqui. Por enquanto vou continuar lançando um capítulo por mês mesmo.

Leia Tailer – Parte 14 clicando aqui!

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HQs para ler online Tailer

Para ler online: capítulo 13 da webcomic Tailer

Já está disponível para ler online na plataforma Fliptru a Parte 13 da webcomic Tailer.

Leia Tailer Parte 13 – Delivery clicando aqui!

Você pode saber ou não, mas eu voltei a publicar capítulos da minha história em quadrinhos Tailer desde o final do ano passado.

Foram nove anos de hiato!

Graças aos pedidos da comunidade Fliptru, resolvi continuar esta série que é muito divertida de criar.

Tailer sempre foi uma forma de aprendizado para mim. Foi para deixar esta história melhor que eu resolvi começar a me aprofundar no estudo da criação de histórias em quadrinhos.

Graças a ela aprendi muito e agora é super gratificante continuar essa história.

Mas também é um grande desafio pegar uma história sem uma estrutura definida e sem personagens bem desenvolvidos e aplicar tudo que aprendi nos últimos anos de estudo.

Eu falo um pouco mais sobre Tailer no vídeo que postei hoje no meu canal do Youtube.

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Quem sou eu publicar quadrinhos para ler online?

Meu nome é Marcus Beck e meus objetivos são:

  • Entreter através das minhas histórias;
  • ajudar quadrinistas independentes a divulgar seus trabalhos através da plataforma Fliptru;
  • e trazer o máximo possível de informação sobre como criar uma história em quadrinhos para o maior número de pessoas possível.

Publiquei minhas webcomics (quadrinhos online publicados na internet) por mais de dez anos e aprendi muitas lições sobre o que deve ou não ser feito para que as HQs sejam as melhores possíveis.

Quando eu comecei a criar meus quadrinhos eu gostaria muito que tivesse conteúdo sobre o assunto para que eu não tivesse que aprender tudo sozinho.

Por isso que criei meu canal do Youtube e também o meu blog, para ajudar quem está passando pela mesma situação que eu estive quando comecei.

Também sempre senti a necessidade de criar uma comunidade e uma plataforma onde quadrinistas nacionais pudessem publicar suas obras e entrar em contato com seus leitores.

Por isso em 2019 eu usei meus conhecimentos como desenvolvedor de software para criar e lançar a plataforma Fliptru.

Faço o possível para responder todas as perguntas, por isso fique a vontade para comentar com todas as suas duvidas. =)

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Tailer

A webcomic Tailer está de volta!

Nove anos depois de entrar em um hiato indefinido, a webcomic em série Tailer está de volta!

Quando eu anunciei que tinha decidido parar a série o texto terminava assim:

Por ora, meus objetivos são outros. Estou construindo minha vida e preciso retirar certas coisas que não estão me trazendo retorno e crescimento, como jogar ao mar as bagagens para o barco não afundar. Ficar apenas com o útil. Garanto que a coisa mais difícil de deixar para trás agora será desenhar quadrinhos.

Espero ter condições o mais breve possível de dar vida aos meus queridos personagens de Tailer de novo, mas por enquanto, fica meu obrigado aos leitores que acompanharam a série até agora.

19 de novembro de 2010

O pior é que até procurar esta postagem com o anúncio do hiato de Tailer eu tinha certeza de que a série tinha parado em 2011… agora descobri que minha memória me enganou.

Na verdade foi em 2010… nove anos atrás!

Bom, continuar a série era algo que eu queria muito, mas não achava que deveria. Principalmente porque não achava que a história era tão boa assim pra valer a pena o esforço.

Até que lancei a Fliptru em maio deste ano. Uma plataforma para que quadrinistas possam publicar suas obras de forma simples.

Para que a plataforma não começasse vazia, eu coloquei todos os quadrinhos que eu tinha disponível por lá.

Incluindo Tailer.

Para minha surpresa, muita gente comentou que queria mais capítulos da série.

Enquanto eu criava quadrinhos curtos, de no máximo 10 páginas, pra postar no Instagram, as pessoas continuavam pedindo mais Tailer.

Comecei a pensar em voltar a criar páginas… mas ainda não tinha tanta certeza de que valeria o esforço.

O momento em que decidi que Tailer deveria voltar

Uns meses atrás eu estava um pouco estressado com o volume de trabalho que manter o meu canal do Youtube em conjunto com meu emprego estava me causando.

Resolvi então criar algumas páginas de Tailer por diversão. Como um hobby para relaxar um pouco.

Foi tão divertido que continuei e continuei…

Quando vi já estava com quase dois capítulos prontos!

A questão é que eu tenho estudado e praticado tanto a criação de histórias em quadrinhos que passou a ser mais fácil criar as páginas do que era no passado.

Claro que desenhar tudo ainda é trabalhoso, mas é um trabalho gostoso e relaxante.

Além disso, depois de tantas histórias curtas, eu estava com vontade de ter mais espaço para desenvolver os personagens e o enredo de uma história mais longa.

Nada melhor do que colocar em prática com esses personagens que gosto tanto.

Não é a primeira vez que tento voltar com a série

Em 2015 eu queria fazer uma espécie de Graphic Novel com um resumo dos primeiros 12 capítulos de Tailer que havia produzido até 2010.

Meu objetivo era tentar um financiamento coletivo para conseguir publicar a obra de forma impressa.

Cheguei a fechar uma parceria com uma nova startup da época que editava e ajudava a criar financiamentos coletivos para projetos de livros.

Tailer seria o primeiro quadrinho no portfólio deles…

A proposta era ótima, até assinei contrato, mas acabou não indo para frente. A empresa não existe mais nos dias de hoje.

Depois de desenhar cerca de 50 páginas, mais uma vez eu fui tomado pela falta de tempo e pelo desanimo. Acabei desistindo do projeto.

Além da falta de tempo, eu ainda achava que a qualidade não estava tão boa assim.

Um problema comum com todos aqueles que criam arte… o excesso de autocrítica pode ser bem nocivo.

Aprendi muito nesses últimos tempos

Manter um canal do Youtube com conteúdo sobre como criar histórias em quadrinhos me ensinou muita coisa.

Não falo apenas de coisas relacionadas à técnica de narrativa visual, storytelling, etc.

Também me mostrou que mesmo não tendo um traço perfeito, uma história maravilhosa, eu devo continuar criando quadrinhos. Tanto para praticar como para estudar ainda mais sobre o assunto.

A prática é a melhor maneira de estudar e melhorar.

Publicando novos capítulos

É claro que os novos capítulos de Tailer serão publicados na plataforma Fliptru. Afinal, graças aos leitores de lá que a série está de volta!

Pretendo publicar um capítulo por mês, mantendo exclusivo para quem tem uma conta (gratuita) na Fliptru até que o próximo capítulo seja publicado.

Ou seja, a cada capítulo novo o anterior será liberado para o público de fora da plataforma.

Neste sábado eu publiquei a Parte 12 (capítulo 13) da história e já tive vários comentários muito positivos por lá.

Estou feliz com a recepção do pessoal da plataforma.

É isso… Tailer voltou!

Era isso que queria compartilhar aqui no blog.

Já fazem mais de 16 anos que mantenho esse blog e por aqui mantive contato com todos que liam Tailer no passado.

Por isso falar sobre isso através de uma postagem pra mim é especial.

Espero que você goste de acompanhar os novos capítulos desta minha webcomic e que se divirta tanto lendo como eu tenho me divertido produzindo a história.

Até a próxima!


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HQs para ler online

Nova HQ em parceria com o estúdio do Mágico Se

Em uma realidade muito distante, uma sociedade formada por corpos celestes vive pacificamente. Até que algo sem precedentes acontece! E somente o Mágico Se pode ajudar a resolver essa grande questão. Escrita por Ítalo Miranda (co-criador do Mágico Se) e com minha arte, essa história em quadrinhos traz uma mensagem muito importante.

Sinopse da HQ “Mágico Se – Divórcio Cósmico”

Continuando com a saga de criar HQs curtas em 2019 para incentivar a participação no #desafioHQcurta2019 (o que tem dado certo, confira aqui) acabei de publicar minha quarta HQ deste ano.

Mágico Se – Divórcio Cósmico tem um diferencial em relação às outras HQs desse ano. Essa é uma HQ em parceria com o estúdio que cria as tirinhas do Mágico Se.

O roteiro dessa história foi escrito por Ítalo Miranda, um dos criadores do personagem Mágico Se.

Ele e sua equipe publicam os quadrinhos do Mágico Se no Instagram. Inclusive o Ítalo já participou de alguns vídeos no meu canal do Youtube falando sobre isso.

Enquanto gravávamos o vídeo pro meu canal é que surgiu a ideia de criarmos uma HQ juntos. Ele pediu para que eu escolhesse qual dos personagens da turma do Mágico Se eu gostaria de trabalhar.

É claro que escolhi meu preferido, o próprio Mágico!

Ele escreveu uma história com uma mensagem muito legal e me fez gostar ainda mais de fazer essa HQ em parceria.

Para conferir como ficou esse trabalho clique aqui e leia com exclusividade na Fliptru!

Veja algumas das páginas:

Links úteis para você

Quem sou eu fazer HQ em parceria?

Meu nome é Marcus Beck e sou quadrinista e criador do curso HQ na Prática. Meu objetivo é trazer o máximo possível de informação sobre como criar uma história em quadrinhos.

Publiquei minhas webcomics (quadrinhos online publicados na internet) por mais de dez anos e aprendi muitas lições sobre o que deve ou não ser feito para que as HQs sejam as melhores possíveis.

Quando eu comecei a criar meus quadrinhos eu gostaria muito que tivesse conteúdo sobre o assunto para que eu não tivesse que aprender tudo sozinho. É por isso que criei esse canal e também o meu blog, para ajudar quem está passando pela mesma situação que eu estive quando comecei.

Faço o possível para responder todas as perguntas, por isso fique a vontade para comentar com todas as suas duvidas. =)

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Como criar HQs

Criando uma HQ curta em 13 dias

No final de semana passado eu publiquei minha nova HQ curta chamada Batalha.

A história que esse quadrinho conta é uma representação lúdica da batalha que todos nós artistas independentes lutamos no dia-a-dia.

Muitos artistas vivem de sua arte, mas muitos mais outros ainda não chegaram lá. Esses últimos passam por uma jornada dupla para batalhar contra os “boletos” e ainda assim produzir sua arte.

Mini-documentário “HQ curta em 13 dias”

Como essa história aborda essa parte da nossa vida de artista, faria muito sentido que eu mostrasse como essa vida é no mundo real, não apenas no mundo lúdico da história em quadrinho.

Por isso, durante o processo de criação dessa HQ eu gravei uma espécie de diário de produção em vídeo, ou mini-documentário, mostrando como foi o dia-a-dia da concepção da ideia à produção das páginas.

Para mim, esse mini-doc é um complemento direto à história da HQ. É como se ambos se completassem. O mundo lúdico e o mundo real.

Colocando prazos e meta

Quando comecei a fazer a HQ eu me coloquei um prazo.

Eu quis produzir tudo em apenas duas semanas.

Não que eu precisasse ter um prazo. Afinal, eu publico as HQs de forma independente, gratuita e online. Então ninguém está me cobrando.

Só que colocar um prazo me deixa muito mais focado. É como um desafio.

Você escolhe continuar produzindo em momentos que poderia estar procrastinando.

Isso está bem demonstrado nos vídeos do mini-documentário.

Fazer uma HQ de 10 páginas em apenas duas semanas para alguém com jornada tripla (emprego, quadrinhos e vídeos/curso) não é tão simples assim. Mas essa era a meta, esse era o prazo.

Com “foco, força e fé” eu atingi a meta. Consegui terminar a HQ em 13 dias (14 se contar o dia off que acabei tirando).

E agora, você pode ler Batalha na Fliptru e no Instagram.

Links úteis para você

Quem sou eu criando HQ curta?

Meu nome é Marcus Beck e sou quadrinista e criador do curso HQ na Prática. Meu objetivo é trazer o máximo possível de informação sobre como criar uma história em quadrinhos.

Publiquei minhas webcomics (quadrinhos online publicados na internet) por mais de dez anos e aprendi muitas lições sobre o que deve ou não ser feito para que as HQs sejam as melhores possíveis.

Quando eu comecei a criar meus quadrinhos eu gostaria muito que tivesse conteúdo sobre o assunto para que eu não tivesse que aprender tudo sozinho. É por isso que criei esse canal e também o meu blog, para ajudar quem está passando pela mesma situação que eu estive quando comecei.

Faço o possível para responder todas as perguntas, por isso fique a vontade para comentar com todas as suas duvidas. =)