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Eu e o Conhecimento Oriental

Existem muitas formas de se estudar o conhecimento dos antigos chineses. As práticas de arte-marcial, as meditações, os tratamentos medicinais tradicionais, etc.

Eu pratico arte marcial e com ela, normalmente, você acaba praticando muitas técnicas de meditação e de equilibrio energético. Dificilmente estas duas andam separadas.

Depois de certo tempo treinando e buscando entender como aquele conhecimento pode melhorar a vida das pessoas, comecei a aprender os caminhos da terapias orientais.

Iniciando com o básico da imposição de mãos, pra quem não sabe é uma prática no estilo do Rei Ki. Já no começo uma sentença que causou grande mudança na minha visão e entendimento das terapias orientais: “Você precisa estar em equilíbrio, para então ajudar a equilibrar alguém”.

A próxima linha de estudo foi a Acupuntura. Iniciei com a Auriculoterapia, utilizando sementes de mostarda, esferas de diversos materiais e agulhas para tratar desequilibrios corporais usando a teoria da reflexologia auricular. Onde a orelha é como um reflexo do corpo todo.

Em seguida a Acupuntura Corporal. Arte esta que foi amor a primeira vista. Depois de ter alguns pacientes e quebrar a cabeça para encontrar os melhores diagnósticos eu só queria estudar mais e mais.

Infelizmente não me aprofundei o quanto gostaria neste estudo por várias impossibilidades momentâneas, porém ainda seguirei mais a fundo, assim que tiver condições.

O próximo passo, ainda durante o tempo em que estudava a acupuntura, foi a massoterapia chinesa. Outra arte impressionante e que me ajudou a entender mais as formas de trabalho e a relação entre o corpo e a energia (Chi) que nele circula.

Novamente não cheguei a me aprofundar o suficiente, por enquanto.

Agora, depois de um tempo afastado destes estudos, estou descobrindo mais uma forma de conhecer o grande leque das artes orientais, o Feng Shui.

Com um curso de formação neste tema, extremamente focado nas técnicas funcionais, estou dando início ao meu retorno lento, mas fluido, ao estudo do conhecimento oriental.

A satisfação é imensa e causa até uma certa impaciência, vontade de voltar correndo a estudar tudo. Mas cada coisa acontece no seu devido tempo. Mais uma das lições aprendidas nos anos de estudo, que nunca terminam.

O estudo do conhecimento oriental não tem fim, pois ele é vivencial. Ele necessita das experiências, dos erros e acertos, para continuar se desenvolvendo.

Se você não tem contato com nenhuma forma deste conhecimento, aconselho que procure conhecer algo, o mínimo que seja, e experimente um pouco uma visão completamente diferente do mundo ao seu redor. Uma visão que nós, ocidentais, não temos como base na nossa educação, mas que podemos aprender com os velhos ensinamentos que foram passados de geração para geração no outro lado do mundo.

Por Marcus Beck

Sou quadrinista, desenvolvedor de software, marido da Lu e pai da Laura.

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