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Vai saber, né?

Conversando com meus colegas no trabalho esses dias, percebi o quanto é comum pessoas da área do TI fazendo os famosos freelas. O trabalho freelance é algo presente na vida não só dos programadores, mas também dos designers, jornalistas, ilustradores, etc. Por que será? Posso responder isso em relação à programação pelo menos.

As empresas não pagam o suficiente? Talvez sim, principalmente aquelas que buscam estagiários com experiência (onde já se viu isso!?), mas também porque normalmente precisamos de algum a mais no final do mês ($$) e sempre tem alguém precisando de um sistema pra isso, um site pra aquilo.

Se todos pudéssemos trabalhar apenas as oito horas padrão (ou menos, né?) seria tranquilo, mas as vezes parece que elas são apenas a metade do expediente.

Atualmente tenho entrado neste mundo do freelance e posso dizer com todas as letras: quem iria recusar a oportunidade de ganhar aquele dinheiro que tava faltando? Ainda mais sendo algo que você está acostumado a fazer todos os dias. É quase como fazer horas extras, mas ganhar bem melhor por cada uma delas.

Dormir é para os fracos! =P

Temos que aproveitar enquanto somos jovens e temos energia de sobra pra correr atrás e fazer seu pé-de-meia, pois um dia eu sei que não vou precisar mais das horas extras… ou não. Vai saber, né?

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The Incredible Root

Piada Nerd.

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The King of the Sprint

Nesta segunda-feira recebi o prêmio recém inventado na minha equipe de trabalho: “The King of the Sprint“. O presente ao ganhador era uma caneca com uma ilustração dos membros do grupo com os dizeres “The King of the Sprint”. =)

Mas o que diabos é Sprint? Pra saber isso, primeiro vamos saber o que é Scrum, via Wikipédia.

O Scrum é um framework para desenvolvimento ágil e Gerenciamento de Projetos.

A função primária do Scrum é ser utilizado para o gerenciamento de projetos de desenvolvimento de software. Ele tem sido usado com sucesso para isso, assim como Extreme Programming e outras metodologias de desenvolvimento. Porém, teoricamente pode ser aplicado em qualquer contexto no qual um grupo de pessoas necessitem trabalhar juntas para atingir um objetivo comum, como iniciar uma escola pequena, projetos de pesquisa científica, ou até mesmo o planejamento de um casamento.

E sprint?

Sprint é uma iteração que segue um ciclo (PDCA) e entrega incremento de software pronto.

Simplificando ao extremo, Sprint é um ciclo de tarefas dentro do projeto. E nosso prêmio seria entregue aquele que vencesse o maior número de tarefas dentro deste Sprint. Desta vez o vencedor fui eu!

Mas o mais legal de tudo é que não existe uma competição entre nossa equipe e o pessoal se divertiu muito com essa brincadeira. E no final eu saí com uma caneca novinha!

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Todos os caminhos levam a Florianópolis

Pela segunda vez na minha vida estou voltando para a Ilha da Magia. A primeira vez, em 2005, passei apenas alguns meses em Uberlândia, mas tinha o interesse de ficar por lá e trabalhar na Escola de Pa-Kua que recém estava se formando na cidade. Mas acabei retornando à Florianópolis e trabalhando por lá mesmo.

Desta vez passei um ano e três meses aqui em São Paulo. Foi uma das mais ricas experiências da minha vida, sem sombra de dúvida. Obtive um crescimento em vários sentidos.

O que me trouxe a São Paulo? Dinheiro, ué? Como muitos que vem pra cá, eu estava em busca de melhorar minhas condições financeiras. Encontrei o que procurava, mas não ONDE costumava procurar. Voltei a trabalhar com a informática.

Voltar a Florianópolis é uma escolha complicada, sair do centro brasileiro da informática e ir para um local onde ela esta forte, mas apenas engatinhando em comparação a São Paulo, não parece a melhor ideia do mundo. Porém existem diversos outros fatores que me fizeram escolher e um deles, senão o maior deles, é minha esposa.

São Paulo não me levou apenas de volta à Informática, ela me trouxe conhecimento em diversas áreas. Percebi a diferença no pensamento (e no ritmo) das pessoas daqui e me adaptei muito bem a isso.

Gosto de morar São Paulo, as coisas aqui parecem funcionar em um ritmo bom, você sempre tem opções para qualquer lado que for e os resultados parecem chegar sempre mais rápido. Se eu tivesse grana para investir num negócio próprio, tentaria São Paulo. Mas no momento, minhas prioridades são outras e meus caminhos me levam a Florianópolis. Quem sabe um dia eles me trarão de volta a esta cidade que não para.

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Fanart de Hikaru no Go

Hoje passei algumas horas instalando o Windows XP de volta no meu computador. Até então estava com o Linux Ubuntu e estava adorando, a instalação foi rápida e reconheceu TUDO de primeira na minha máquina, porém tentei ficar com o GIMP, que é o editor de imagens (equivalente ao Photoshop) do Linux, mas ele não estava dando conta das minhas ilustrações. Perdia a qualidade quando eu diminuia o tamanho, o texto ficava cerrilhado, etc.

O XP demora séculos para ser instalado e tive que ir atrás de quase todos os drivers do meu computador, porém agora estou com o Photoshop CS3 novamente e isso facilita demais a edição das minhas ilustras e hqs. Já fico mais tranquilo em relação à produção de Tailer.

Enquanto eu passava os arquivos de backup de volta para o computador (eram muitos gigas, principalmente por causa das músicas e downloads) eu fiz esse fanart do personagem principal do mangá Hikaru no Go. Acabei de comprar a primeira edição e gostei bastante. O desenhista é o mesmo de Death Note e tem um traço MUITO bom, bem no estilo que eu curto mesmo!

Então, taí minha homenagem! Mais uma vez desenhado no bloquinho que fica aqui ao lado em alguns minutos. E passado pro computador através de foto de celular… =/

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Ubuntu 9.10

Desde ontem estou com o Linux Ubuntu 9.10 instalado na minha máquina. Trabalhei com Linux entre 2003 e 2005 e gostava bastante. Mas desde que mudei de tipo de trabalho não havia mais utilizado o sistema livre.

Agora, a partir deste ano, estou de volta à área de informática e com isso voltou o interesse pelo software livre. Com um empurrãozinho do meu cunhado e pelo fato de que o local onde estou fazendo curso de Java estar utilizando, instalei o Ubuntu 9.10.

Vamos dizer que a primeira coisa que notei que está diferente no sistema é a incrível facilidade de instalação do Ubuntu 9.10. Sempre foi um problema para mim instalar Linux nas máquinas que eu usava, achava complicado e muitos drivers não eram encontrados automaticamente. Porém agora tudo é muito simples e com um “NNF” ou “Next, Next, Finish” tudo se resolve. Ele reconhece todos os hardwares sozinho e tudo está funcionando muito bem.

A facilidade para adicionar programas através de um menu gráfico também é algo surpreendente no Ubuntu. Os pacotes podem ser instalados com um clique e tudo se resolve rapidinho.

Photoshop x GIMP

Ok. Agora um probleminha… uso o Photoshop para editar meus desenhos e histórias em quadrinhos. Primeira solução sugerida por meu cunhado era instalar o Windows em uma “Máquina Virtual” dentro do Linux e rodar o Photoshop dali. Parecia tranquilo, mas resolvi tentar o GIMP antes.

Hoje o utilizei e testei. Não posso dizer que está no nível do software da Adobe, mas muitas ferramentas que não haviam por lá quando eu trabalhava com ele em 2005 agora estão e com muita estabilidade. Não precisei fazer muita coisa, mas o que precisei consegui, com um pouco de ajuda do google, mas sem dificuldade.

Concluindo

A distro Ubuntu 9.10 está ótima. Fácil de instalar, reconheceu tudo tranquilamente no meu computador e tudo com ambiente gráfico Gnome. Usuários Windows não precisam ter medo de experimentar, pois ele está extremamente amigável e, pra mim, está sendo uma experiência superior ao sistema operacional da Microsoft.

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Desconto especial KingHost e Beck Art!

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Mas por que escolher o KingHost?

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Até aí tudo bem, são informações que se encontra no site da KingHost. O mais importante é que eu sou cliente deles e sempre recebo o melhor atendimento e também o mais rápido!

A facilidade de instalar CMS, como o WordPress e o Joomla, é incrível. Basta alguns cliques e pronto!

Eu uso e aprovo! Aconselho a todos que tem interesse em hospedar um website: experimente este site de hospedagem nota 10. E com esse desconto do Beck Art ficou bem mais fácil!

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O que é Tableless?

Apesar de muito utilizada atualmente no meio da informática, principalmente em anúncios de empresas que desejam profissionais de webdesign, muitas pessoas não estão familiarizadas com a expressão Tableless.

Então vamos começar por onde o problema começou.

WYSIWYG (ou What You See Is What You Get) é uma expressão utilizada para definir programas que demonstram na tela exatamente o que você verá no resultado final. Essa expressão começou a ser utilizada para programas editores de texto, porém muitos foram (e são) os programas geradores de HTML que atuam da mesma forma, escondendo o código fonte da página de internet por trás da visão final. Um exemplo? O Adobe Dreamweaver.

No começo da popularização da internet, muitos iniciantes utilizaram esse tipo de programa para publicar sua primeira home page na grande rede. O Microsoft FrontPage foi um dos primeiros que eu conheci.

Acontece que esses programas (como o FrontPage, por exemplo) baseavam a estruturação de seu código em tabelas (ou tables). Ou seja, o que você fazia na tela gerava tabelas no código fonte para ficar do jeitinho que você via. Se você queria colocar uma imagem do lado da outra, gerava-se uma tabela com duas colunas e uma linha. Até aí, tudo certo.

O problema é que existe algo chamado semântica no html. Ou seja, cada tag do código fonte tem seu objetivo, ela existe e atua por um motivo.

No caso da tag <table> (referente à construção de tabelas) ela serve para tabelar as informações, ou seja, fazer uma tabela. Simples assim, como no Excel, por exemplo, sabe? Ou aquelas que você faz pra marcar quem está ganhando no jogo de cartas… Ela não serve para você estruturar o lay-out da página, dividir o menu, ou colocar aqueles gifs animados de personagens de anime ou games.

E é daí que vem a expressão Tableless ou, em português, Sem Tabela.

Falando de forma bem básica, um lay-out tableless é semântico e se utiliza dos blocos (ou divs) para estruturação da página.

Mas você pode perguntar o porquê disso. Eu lhe respondo, para que a página possa ser acessada por tudo e todos.

Como assim? Simples, se um browser é feito para pessoas com deficiência visual, ele usará a semântica para ler as tags html e passar a informação correta ao usuário.

Outra vantagem está em dispositivos móveis, um website tableless tem uma chance muito maior de encaixar corretamente na sua pequena tela.

Ainda existem muitas outras dicas para quem quer usar tableless, como por exemplo, não formatar NADA no código fonte. Para isto serve o CSS, ou Cascading Style Sheets. Mas isso fica para outro post.

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Portfolio Webdesign

Segue uma galeria com imagem e descrição de alguns dos trabalhos feitos no último ano na área do Webdesign. Presentes nesta lista estão hotsites, websites institucionais, lay-out de sistemas de gerenciamento, websites de vendas, informativos eletrônicos e email marketing.

Todos utilizam webstandars: Xhtml com CSS (tableless).

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