Já comentei no post anterior que estou fazendo o curso de Ilustração da Quanta. Estamos na primeira parte do curso onde o foco está na prática das técnicas de aquarela. Resolvi postar algumas imagens dos treinos que tenho feito.

A primeira imagem remete à aula onde tive o primeiro contato com aquarela… e foi quando percebi que não seria tão fácil lidar com essa técnica como eu pensava que seria.

A segunda imagem é da última aula, onde treinamos silhuetas. Já consegui ganhar uma maior confiança no uso da aquarela, mas ainda preciso de muita prática.

A última é de uma prática feita em casa nesta última sexta-feira, baseada em uma foto do Jet Li.

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Depois de muitos anos desenhando (praticamente a vida toda) finalmente entrei para um curso de ilustração. Não é qualquer curso, é o curso da Quanta Academia de Artes. Está sendo uma experiência muito boa!

A ideia do curso é aprender duas técnicas de pintura, primeiro a aquarela (a técnica aguada) e depois o goache (a técnica seca). Depois de dominar o básico destas técnicas vamos começar a trabalhar com pautas, para produzir ilustrações de vários estilos.

Esta ilustração à direita foi o primeiro exercício que fiz no curso, ainda apenas com o lápis baseado em uma foto. A ideia era trabalhar apenas com massas e não com linhas definindo o desenho.

Estou muito feliz por ter essa oportunidade. Com apenas duas aulas já me aprendi muita coisa sobre materiais de pintura e o curso tem um ano letivo de duração, imagine o quanto mais poderei aprender!

Por falar na Quanta, meu professor (Anderson Nascimento) e outros da Quanta estão com uma exposição de aquarelas na FNAC da Paulista, para quem está em Sampa dar uma conferida! Eu ainda não fui, mas provavelmente visitarei este final de semana para babar um pouco.

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Eu li Necronauta

Danilo Beyruth ficou conhecido no ano passado por ganhar diversos prêmios com sua graphic novel Bando de Dois (que já fez parte da sessão Eu Li um tempo atrás). E agora nos traz um pouco mais de seu talento em Necronauta.

O traço de Danilo é muito interessante e, apesar de diversas influências visíveis, não deixa de ser muito pessoal. Gosto muito da diagramação que ele usa nas suas páginas, com quadros grandes e amplos que deixam a leitura mais dinâmica e menos presa a cada página.

O Necronauta é o personagem com o qual ele trabalhou em diversas histórias em quadrinhos independentes no passado e nesse lançamento da Zarabatana Books (mesma editora pela qual foi lançado Bando de Dois) constam as seis primeiras histórias deste personagem.

Ainda quando publicado independentemente, em 2007, Necronauta foi indicado ao Troféu HQMix. Só por isso já sabemos que as histórias tem qualidade.

O protagonista é um condutor de almas. Como ficamos sabendo na última das seis histórias deste volume, todo condutor de almas tem sua especialidade. A do Necronauta são as almas que ficaram presas por pendencias emocionais à sua vida material.

Beyruth abusa da criatividade para nos trazer histórias bem diferentes umas das outras, sabendo aproveitar bem o grande potencial que o tema de seu personagem traz. A morte sempre interessou aos vivos!

Comprei esta revista por ter gostado muito de Bando de Dois e não me arrependi da aquisição. Vale a pena conferir Necronauta!

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Mais um vídeo da série WIP (Work In Progress). Depois de fazer um demonstrando a arte-final com nanquim e pincel, desta vez fiz um vídeo da primeira etapa do desenho: o lápis.

O desenho finalizado

Ainda estou sem acesso a um scanner então a qualidade do desenho finalizado mostrado aqui é pobre, pois é uma foto tirada com celular. O desenho original foi feito em um papel de tamanho superior à A4, o que complica ainda mais arranjar um jeito de digitalizá-lo. Mas o importante é que está aí.

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Sketching Rose de Doctor Who

Fazendo um sketch da personagem Rose de Doctor Who direto com uma caneta Papermate simples e um bloquinho de rascunhos. A ideia surgiu de um comentário da @liztfire no Instagram após eu postar um fanart do Doctor.

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Doctor Who

 

Comecei a assistir Doctor Who pelo Netflix no início do ano, mas acabei parando no terceiro episódio por causa da mudança de cidade. Hoje continuei e aproveitei para fazer esse fanart enquanto assistia.

Mais um da série “direto à caneta”… na verdade todos os últimos sketches que você notar que é uma foto e não scaneado foi feito direto à caneta… hahaha

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Desenhado diretamente com uma caneta Papermate Flair M, uma bem baratinha que comprei junto com o caderno de sketchs no primeiro dia aqui em São Paulo para usar enquanto estou sem materiais de desenho oficiais.

Estou indo para Florianópolis hoje mesmo para voltar amanhã com todos os meus materiais de desenho e, se tudo der certo, com minha prancheta também! O que vai faltar mesmo ainda será o scanner, mas em breve dou um jeito nisso.

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Fanart de Avatar

Mais um sketch feito com os materiais que tenho em mãos por enquanto. Canetas PITT (Faber Castell) e um caderno de sketchs.

Fanart de Avatar – A Lenda de Aang que voltei a assistir, agora pelo Netflix. É uma pena que só tenha a versão dublada… a voz do Aang é um pouco chata e os sons de combates e batalhas estão muito baixos, quase inaudíveis. De qualquer forma esta série sempre vale a pena ser assistida pelos belos movimentos de artes marciais e um roteiro cativante.

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Pela oitava vez na vida eu mudei de cidade. E pela segunda vez para São Paulo. Já estou me acostumando com as fases de transição que uma mudança de cidade demanda. Mais uma vez estou sem meus materiais de desenho e tenho que me virar com algumas canetas Pitt (Faber Castell) e um caderno de rascunhos que comprei por aqui.

No feriado de carnaval devo voltar à minha antiga cidade e trazer meus materiais de desenho para cá. Aí voltarei a atualizar o blog com desenhos de verdade e não apenas rascunhos.

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Leci

Desenho baseado numa foto antiguíssima da minha vózinha.

Materiais
- Pincel Condor 408 n°0
- Nanquim Winsor & Newton
- Folha A4 180 g/m2
- Marcadores Copic Original (Warm Gray)

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Tive uma surpresa um dia desses quando recebi um note no Deviantart de um artista que gostaria de divulgar seus testes de pintura nos quais ele utilizou um dos meus desenhos como base.

Fico muito feliz quando usam meus desenhos para este tipo de coisa. Mas é claro que fico mais feliz ainda com a ética dele de me pedir permissão para publicar as “alterações” na minha arte.

Segue o meu desenho em diferentes versões nas cores digitais do Agnaldo Tavares.

Versão maior no DA do Agnaldo

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Finalmente minha primeira experiência com aquarela. Foi muito divertido experimentar, mas também frustrante… não ter domínio do material e principalmente da mistura das cores fez com que eu perdesse horas de trabalho em uma primeira tentativa. Claro que valeu como experiência.

Resolvi não desistir e recomecei. Acabei por ficar satisfeito com o resultado deste e por isso estou postando por aqui. Ainda tenho muito caminho pela frente. E continuo procurando por aulas de aquarela pela cidade…

Este desenho foi uma encomenda de um amigo para dar de presente para sua mãe.

Versão maior no DeviantArt

Materiais

- Folha Canson A4 300 g/m2
- Lápis 2H Cretacolor e 6B Faber-Castell
- Nanquim preto Winsor & Newton
- Cotman WaterColours Winsor & Newton (Sketchers’ Pocket Box)
- Pincel que veio no item de cima e um Condor Filete Marta nº0
- Água da torneira…

Making Of

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Tenho notado que muita gente chega até o blog através de um velho post que fiz sobre os materiais para arte-final que experimentei durante os anos de tentativas e erros no meu pequeno mundinho de quadrinhos e ilustrações.

Como o ano passado foi um ano de extrema mudança na minha arte, resolvi atualizar um pouco este assunto aqui no blog. Vou escrever sobre os materiais de desenho, arte-final e pintura que utilizo atualmente para produzir minhas ilustrações.

Materiais para desenho base (sketch)

Sempre começo a ilustração com uma ideia rabiscada em um bloco de rascunhos ou uma folha A4 em uma prancheta de mão. Na maioria das vezes na frente da televisão assistindo à alguma série ou filme.

Nesta fase eu costumo usar minha idosa lapiseira pentel 0.9, um clássico que me acompanha a muitos anos. Ela tem um traçado ótimo e é macia o suficiente para deixar fluir as ideias psicodélicas do momento.

Papel

Quando a ideia do rascunho me agrada é momento de passar para o papel onde ela será consolidada. Eu costumo utilizar os tamanhos A4 e A5 para isso por dois motivos: o primeiro é porque são os dois que costumo ter por aqui, principalmente o A4. Este utilizei desde pequeno para desenhar e acostumei com o tamanho. O A5 eu adquiri a pouco tempo por ser o único com gramatura maior (180g/m2) que encontrei na época em que comecei a brincar com a técnica da aguada.

O legal é que já experimentei várias vezes o A3 (180g/m2) e sempre me sentia meio perdido em tanto espaço, até a última ilustração que fiz. Foi onde me senti mais a vontade com este formato.

Agora no início do ano eu adquiri muitos materiais novos, que incluem dois blocos de papel A4 para aquarela (300g/m2). Mas devido a algumas mudanças que terei que fazer, ainda nem tirei os novos materiais do pacote.

Lápis

Ultimamente comecei a utilizar lápis ao fazer o desenho no papel final. O motivo foi utilizar um grafite mais duro, que riscasse mais “leve” e deixasse menos marca após a arte-final com nanquim. Estou utilizando um 2H da Cretacolor.

O grafite mais macio é ótimo para sombreamentos, estudos e rascunhos, mas como eu tenho mania de riscar muito forte no papel, ele sempre deixava uma quantidade de marcas que não me agradava. Então eu acabava tendo que usar muita força na hora de apagar o lápis por baixo do nanquim com a borracha, por isso a mudança para o 2H.

Materiais para a arte-final

Já comentei diversas vezes que a parte que mais gosto no desenho é arte-finalizar com nanquim. Para mim é uma terapia.

No post sobre materiais de arte-final que fiz em 2009 eu conto um pouco sobre minha “história” com diversos tipos de canetas e outros materiais que experimentei. No final do post eu concluí que a caneta Stabilo Point Fine 0.4 foi a melhor, mais barata e simples opção.

Durante muitos anos ela supriu todas as minhas necessidades, principalmente na hora de desenhar quadrinhos. O fato de eu não ter dinheiro para outras opções também manteve ela como minha companheira por todo este tempo.

Em 2010 eu experimentei as canetas Pitt Artist Pen da Faber Castell e adorei. A ponta pincel (Brush ou “B”) traz uma experiência muito boa para o traço. Ela ajuda o artista a mudar facilmente a espessura das linhas, facilitando a representação de volume.

Mas agora tudo mudou, encontrei minha paixão para arte-final na influência de um dos meus ídolos dos quadrinhos, Fábio Moon. Graças à acompanhar o trabalho dele e de seu irmão Gabriel Bá resolvi experimentar o pincel e o nanquim.
Agora falando do material em si, eu utilizo um pince filete pelo de marta n°0 para quase tudo que se refere a linhas e traços no desenho, nos grandes preenchimentos uso pincéis um pouco mais vagabundos (a falta de dinheiro ainda não permite tanta variedade de pincel bom).Em 2011, o ano dos experimentos, eu comecei a utilizar bico-de-pena com nanquim, mas quando utilizei um pincel filete não consegui mais querer outra coisa. Até o bico-de-pena ficou mais de lado…

O nanquim que tenho usado é o Winsor & Newton preto. Tenho tido bons resultados com ele e é a melhor opção que encontro atualmente aqui na minha cidade.

Materiais para colorir

Quem acompanha meu blog sabe que sempre tive problemas para colorir. Nunca gostei de me envolver com cores e até preferia que outras pessoas colorissem as capas da minha já abandonada webcomic. Raramente eu tinha lápsos de vontade e utilizava o Photoshop para colorir.

Aguada de nanquim

Novamente com a influência de alguns artistas que conheci mais nos últimos dois anos fiquei com muita vontade de aprender a utilizar a aquarela para colorir. Mas é claro que não tinha como simplesmente gastar uma fortuna em material e me jogar de cara na tentativa e erro (de novo).

Foi então que acompanhando as tiras Quase Nada dos irmãos Bá & Moon eu conheci a técnica de aguada de nanquim. Era o mais próximo que eu chegaria de aquarela no momento. Comprei um godê e sai misturando meu nanquim preto em água para ver no que dava.

A experiência foi ótima, mas aprender sozinho sempre é mais difícil. Fiquei cheio de desenhos enrugados por falta de um papel decente e conhecimento da técnica correta.

Copic Markers

Adorei utilizar a aguada, mas ainda não eram cores, apenas tons de cinza. Eu queria algo mais… mas a aquarela ainda não estava ao meu alcance.

Foi então que no meu aniversário eu pedi para minha esposa (e acabei ganhando) um kit de marcadores originais da Copic. O kit era o Warm Gray com doze Copic Markers.

Dessa vez a influência veio do artista de comics Adam Hughes e um vídeo onde ele mostra como usa os marcadores para fazer seus sketches nas convenções de quadrinhos. Nele Hughes dizia que utilizava o tons Warm Gray e Cool Gray, mas é claro que eu não tinha como ganhar (e nem comprar) os dois, então escolhi o mais “colorido” dos dois. É mais um material que ainda estou na fase experimental, mas que já posso dizer que adorei.

No final das contas descobri que colorir digitalmente era o que não me empolgava de verdade. Pintar um desenho à mão e vê-lo pronto ali, artesanalmente, é uma sensação indescritível para mim.

Aquarela

Agora seria o momento onde eu falaria sobre aquarela. Finalmente CORES de verdade nas minhas ilustrações e não apenas variações dos tons de cinza… Pois é, mas como comentei antes, comprei tudo que precisava para começar a me aventurar com este novo material, mas as mudanças da vida ainda não me deixaram começar esta nova experiência.

Quem acompanha o blog verá como vou me sair nessa primeira experiência em breve.

Comentários, dúvidas ou sugestões?

Por ora é isso, use os comentários abaixo para deixar sua opinião sobre os materiais de desenho que costuma usar. Ou se tiver alguma dúvida ou sugestão eu adoraria “ouvir”.

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Ilustração feita para presentear meu tio, que neste natal me deu um bloco A3 de folhas com 180g/m2, alguns lápis para desenho e uma caneta. Prometi que o primeiro desenho que faria usando este bloco seria para ele. Aí está!

É claro que ele é um fã de Led Zeppelin e foi a primeira coisa que intuí em desenhar quando pensei em algo para presenteá-lo. Me lembro de ouvir o álbum IV do Led em uma das férias de verão em que nos encontrávamos na casa de praia da minha avó. Acho que o CD nem era dele, mas certamente era o mais entendido do assunto e me explicou tudo sobre a banda.

Infelizmente não tenho um scanner para o tamanho A3 e não estava afim de arriscar amassar o desenho para digitalizá-lo, então tirei uma foto e fiz o que pude no Photoshop para deixá-lo o menos tosco possível para postar. Para meu tio eu ainda estou analizando se colocarei em moldura ou enviarei apenas a arte original…

Versão maior no DeviantArt

Making Of

Gravei enquanto artefinalizava este desenho para minha primeira tentativa de making of em video. Foi postado ontem aqui no blog. A ideia é começar a interagir mais com os visitantes do blog através de vídeos futuramente, se o feedback deste for positivo.

Materiais

- Folha A3 180g/m2
- Lápis Faber Castell 2B
- Pincel Condor 408 n°0
- Nanquim preto Winsor & Newton
- Copic Originals (kit Warm Gray)

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O ano que está finalizando hoje foi cheio de mudanças, principalmente na parte artística onde meu foco mudou muito. Abandonei o meu “mangá” Tailer e me voltei para encontrar um estilo e uma forma de desenhar que realmente tivesse a minha personalidade.

Nesta jornada, que apenas começou em 2011, eu aprendi muito mais sobre quadrinhos e desenho do que nunca e tive a chance de descobrir minhas ferramentas preferidas para o desenho.

Este vídeo me mostra em um dos momentos que mais gosto da criação de uma ilustração, a arte final com nanquim e pincel. O desenho em que estou trabalhando neste vídeo ainda não ficou pronto, ficará apenas ano que vem. :P

Desejo a todos um feliz ano novo, lembrando que ele não se fará feliz sozinho, somos nós quem devemos nos esforçar para que a felicidade venha!

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Gambit e Vampira

Fanart dos meus personagens preferidos dos X-Men dos anos 90. Tanto na versão animada clássica como nos quadrinhos nas revistas Fabulosos X-Men e X-Men da segunda metade da década de 90.

Essa arte foi feita sem referências dos personagens e suas roupas, foi tudinho de cabeça. Achei mais interessante pois não me prendi a nenhum estilo específico e pude dar minha própria visão da aparência dos dois.

Versão maior no meu DeviantArt

Materiais

- Folha A4 90g/m2
- Pincel Condor 408 n0
- Nanquim W&N Preto
- Lapiseira Pentel 0.9

Making Of

Gambit and Rogue - Arte Final

Gambit and Rogue - Sketch

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