Desfrute da reflexologia

26 de abril de 2011 por Marcus Beckenkamp

Artigo do site da Revista VivaSaúde

Conheça uma prática milenar suave e segura que visa a saúde integral e tem trazido alívio no controle da dor até para quem tem câncer

Todo mundo gosta de uma boa massagem nos pés. Mas, quando ela é realizada por especialistas em reflexologia, seu efeito não é apenas relaxante, mas pode auxiliar no tratamento de doenças físicas e psicológicas. Reconhecida pelo Ministério da Saúde do Reino Unido como uma terapia complementar, a técnica possui tradição milenar e já era conhecida na antiguidade em países como Egito, Índia e China. No início do século XX, o otorrinolaringologista americano William Fitzgerald descobriu a reflexologia moderna (terapia zonal), que pressupõe linhas de energia ramifi cando-se por todo o corpo. Segundo Noriyuki Kashiwaya, professor de Reflexologia do Centro de Estudos de Acupuntura e Terapias Alternativas, a prática compreende a estimulação de determinados pontos situados nos pés, que se relacionam a regiões específicas do corpo humano, conhecidas como áreas reflexas. “Cada área corresponde aos órgãos, nervos, glândulas e partes do corpo inteiro”, diz Kashiwaya.

A partir da pressão desses pontos, o corpo relaxa, a circulação sanguínea melhora e os órgãos e glândulas se equilibram. Como a maioria dos problemas de saúde está relacionada ao estilo de vida, a reflexologia se apresenta como uma terapia útil, não invasiva, sem contraindicações, que estimula o funcionamento correto do corpo, fortalecendo o organismo e desbloqueando tensões.

Leia mais »

Beck Store

18 de abril de 2011 por Marcus Beckenkamp

Foi oficialmente aberta a Beck Store, loja virtual de camisetas com as melhores estampas do mercado! Esta loja trará camisetas com diversas opções de cores, estampas, estilos e tamanhos, incluindo temas relacionados ao oriente e às artes marciais!

Todos os produtos da loja podem ser parcelados em até 6x sem juros (com parcela mínima de R$10) com os principais cartões de crédito e boleto bancário!

Visite agora mesmo a Beck Store e compre sua camiseta preferida!!

Se quiser, deixe sua sugestão de estampa nos comentários abaixo que faremos o possível para atender!

A criação do Universo de Stephen Hawking e o Taoísmo

15 de dezembro de 2010 por Marcus Beckenkamp

O universo e seus mistérios sempre me facinaram. Sou muito curioso quando se trata de como as coisas funcionam. Por isso fiquei facinado com um programa que assisti no Discovery Channel neste último sábado: O universo de Stephen Hawking.

Logo no início do programa não pude deixar de notar um detalhe na narração. O dr. Hawking comenta que neste último século fizemos mais descobertas sobre o universo do que nos últimos dois mil anos. Não posso deixar de concordar, a tecnologia levou o homem a enxergar muito mais além e a ciência o fez entender o que via. Mas assim que ele começou a explicar a teoria da formação do universo eu achei semelhanças claras com a teoria taoísta da criação.

O narrador conta que no começo só havia o vazio, na verdade que não existia o espaço, então não da nem pra chamar de vazio. Não existia a luz, então se estivessemos lá, não daria pra ver nada. Ou seja, o homem não tem palavras para explicar o que havia antes. Citando a primeira parte do primeiro verso do Tao Te Ching, um dos livros bases da filosofia taoísta:

Se é possível falar do Tao, então esse não é o verdadeiro Tao.
Se o seu nome pode ser mencionado, então esse não é o seu verdadeiro nome.
O “sem nome” é o princípio do céu e da terra.
O “com nome” é a mãe das dez mil coisas.

Depois essa massa de “energia” explodiu no famoso Big bang, espalhando partículas de matéria e anti-matéria, uma anulando a outra. Com o que sobrou de matéria, a gravidade e o hidrogênio formaram todos os elementos. Esse trecho me lembrou o capítulo 42 do Tao Te Ching:

O Tao criou o Um. O Um flui para o Dois. O Dois gera o Três.
E o terceiro tipo de força em atividade iniciou as Dez Mil Coisas.

O documentário continua explicando a teoria das diversas maravilhas que acontecem no universo, como o fato de não existir perfeição, sempre há um desequilíbrio que ajuda na criação das coisas, e como as estrelas explodem e formam as galáxias, etc. A partir daí já não possuo conhecimento suficiente das teorias taoístas para comparar com alguma coisa.

Enfim, adorei o documentário e achei muito interessante todas as informações que os cientistas trouxeram sobre a imensidão do universo. Porém acredito que as teorias ancestrais não devem ser subestimadas e sim compreendidas e interpretadas pelos nossos doutores.

A origem do Tai Chi Chuan

10 de dezembro de 2010 por Marcus Beckenkamp

crane_snakeOntem fiz minha segunda aula de Tai Chi Pai Lin com a professora Cláudia Moisés no Espaço Flor de Ouro. Depois de práticas de aquecimento dos meridianos, Pa Tuan Chin (chi kung) e formas, conversamos sobre a origem do Tai Chi Chuan. Confesso que não conhecia esta que é uma das mais famosas histórias das artes internas.

Diz-se que o mestre taoísta Chang San Feng é o criador das artes internas (Nei Jia) e principalmente do Tai Chi Chuan. Exímio artista marcial, Sang Feng vivia nas famosas Montanhas Wudang e já havia criado seu próprio estilo de combate, “Os 32 Estilos do Punho Longo de Wudang”. [Fonte]

Porém, observando um combate entre um grou (uma ave) e uma cobra, Sang Feng teria percebido que a suavidade e a flexibilidade venciam a força e a rigidez. Desta forma, intuitivamente desenvolveu as treze posturas fundamentais do Tai Chi Chuan, “As Oito Portas e os Cinco Passos”.

Desenvolvendo os treinos apenas dentro de sua família, a arte do Tai Chi Chuan era um segredo marcial, utilizado para defesa pessoal, um trunfo de família. Mas com o tempo descobriu-se extremamente eficaz para a longevidade e a saúde e foi difundido mundo a fora.

Primeira aula de Tai Chi Pai Lin em Florianópolis

7 de dezembro de 2010 por Marcus Beckenkamp

tai chi pai linOntem fiz minha primeira aula de Tai Chi Pai Lin com a professora Cláudia Moisés no seu recém lançado Espaço Flor de Ouro, no bairro Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis.

O lugar é extremamente propício à práticas relaxantes e terapêuticas, pois se encontra em um local repleto de natureza. Mesmo estando de frente para uma rua, a movimentação de carros é muito pequena e por isso não atrapalha em nada a aula.

Eu e o Tai Chi Pai Lin

Conheci o Tai Chi Pai Lin em 2009 em São Paulo, quando o professor de Autêntico Feng Shui Raul de Sorôa usou o espaço do Instituto Liu Pai Lin para ministrar seu curso, o qual participei do primeiro módulo. Conversando com as pessoas do instituto comecei a admirar o trabalho do falecido Mestre Liu e resolvi fazer uma aula experimental.

Como gostei demais da aula e da filosofia por trás, procurei em Florianópolis alguém que pudesse me ensinar o Tai Chi Pai Lin e encontrei o nome da professora Cláudia. Infelizmente não consegui iniciar a prática na época e somente agora (talvez o momento certo) é que pude finalmente dar início aos treinos.

A aula

Começamos com aquecimentos dos meridianos, dando tapinhas nos membros superiores seguindo o sentido do fluxo de energia das vias. Depois seguimos o mesmo pelas costas e pernas.

Pa Tuan Chin

Seguimos aquecendo as articulações do corpo e fazendo alguns alongamentos suaves e movimentos de troca de peso entre as pernas, aquele estilo básico de Tai Chi. Tudo isso servindo para uma preparação e relaxamento do corpo para o melhor aproveitamento da prática, segundo a professora.

Fizemos o Tai Chi sentado, uma sequência de movimentos curta, mas completa, que trabalha bastante os tendões do corpo e também os órgãos internos.

Uma das partes que mais me interessou foi a prática do Chi Kung, o trabalho com energia. A professora nos passou o chamado Pa Tuan Chin (Ba Duan Jin), As Oito Peças do Brocado. São oito movimentos que podem ser feitos separadamente e servem para trabalhar a saúde. É muito bom.

Finalizamos praticando a forma básica. São movimentos complexos e exigem muito treino e repetição. Peguei alguns movimentos, mas ainda é muito cedo pra falar mais sobre isso.

No final, tomamos um chá verde e batemos um papo. Para mim o mais interessante desta conversa foi que a professora me falou que o Mestre Pai Lin veio de uma linhagem taoísta muito nobre e que a prática do Tai Chi Pai Lin envolve muitos estudos avançados do conhecimento taoísta. Exatamente o que eu estava procurando.

Adorei o ambiente e tudo que aprendi e experimentei. Hoje irei novamente, confirmar minha inscrição nas aulas e aproveitar mais dessa energia e conhecimento.

Como aquietar a mente durante a meditação

5 de dezembro de 2010 por Marcus Beckenkamp
Retirado do site Sociedade Taoísta do Brasil

Na Meditação, enquanto um lado da mente ordena que o praticante se concentre e faça silêncio, o outro desfia razões infindáveis para demovê-lo dessa intenção. Com método e disciplina, no entanto, é possível neutralizar essa dicotomia Mestre Wu Jyh Cherng

Uma das principais dificuldades do processo da meditação é a dicotomia que se estabelece na mente do praticante, no momento em que ele se senta para meditar e se criam duas forças oponentes que passam a disputar a primazia de seu raciocínio: um lado da mente ordena que o praticante se concentre e faça silêncio, enquanto o outro desfia razões infindáveis para demovê-lo dessa intenção. Isso significa que, no momento em a pessoa se senta para descansar, procurando esvaziar a mente dos pensamentos obsessivos, passa, em vez disso, a se debater perante duas ordens contraditórias, sem conseguir definir a qual das duas deve obedecer.

No processo da meditação, o praticante não pode dar continuidade ao pensamento que surge em sua mente no momento em que ele está procurando concentrar-se em sua respiração, para uni-la com sua consciência. Ou seja: não se deve alimentar pensamentos. A pessoa alimenta um pensamento quando dá livre continuidade ou rejeita rispidamente esse pensamento; isso significa, na primeira situação, deixar-se levar por quimeras e, na segunda, brigar com o pensamento, dizendo para ele, por exemplo: “Vá embora, não se aproxime porque eu não quero dialogar com você”.

Em ambas as situações o praticante terá saído do estado de meditação para conversar com seus pensamentos: na primeira hipótese, uma conversa agradável, fundamentada em fantasias; e, na segunda, uma polêmica disputa de forças.

Se quem conversa durante a meditação não está de fato meditando, a pessoa que conversa com seus pensamentos terá deixado de meditar também, ainda que permaneça em posição de lótus. Como agir diante dessa situação? Para eliminar e controlar rapidamente o pensamento, tão logo ele apareça em sua mente, é preciso tomar consciência de sua existência e, imediatamente, ignorá-lo, voltando sem demora a atenção para a respiração.

A concentração na respiração tem o poder de controlar pensamentos. Quando o praticante age assim, o pensamento perde a força que o mantém ativo na mente, interrompe sua trajetória e se desmancha por si mesmo. Isso é fazer com que ele se torne quieto. A concentração na respiração deve ser feita numa medida em que o praticante consiga contemplar o ar que está respirando, sem apegar-se a ele nem tampouco se desligar dele. E, para conseguir esse resultado, é preciso não se afastar do estado de relaxamento.

A concentração excessivamente forte gera doenças físicas e psíquicas, enquanto a falta de concentração gera devaneios. Por isso, é de essencial importância a pessoa conseguir se manter na medida certa da concentração, se quiser um resultado de excelência para sua prática. É fundamental manter permanentemente a atenção no ar que se respira porque assim, conforme o progresso, o praticante poderá alcançar o estado do Vazio. Desse modo, e envolvido por uma energia harmoniosa, a luz interior alcançará todo seu ser, criando a Plena Iluminação.

O beabá da Meditação Taoísta – Passo a passo

  • Procure uma posição confortável.
  • Cruze as pernas em posição de lótus ou semilótus.
  • Apóie o dorso das mãos sobre as coxas.
  • A mão esquerda deve ficar sob a direita e os polegares devem se tocar levemente.
  • A coluna deve ficar reta; porém, se houver dificuldade de mantê-la ereta, pode apoiar as costas.
  • Feche os olhos e relaxe o corpo, da cabeça aos pés.
  • Encoste a ponta da língua no céu da boca.
  • Concentre a atenção na respiração, que deve ser suave, lenta e harmoniosa.
  • Mantenha a atenção na respiração, buscando a fusão da mente com a respiração.
  • A completa quietude interior é resultado da fusão da energia com a consciência de uma pessoa, ou seja, da integração da mente com a respiração.
  • Mergulhe nesse estado de integração entre mente e corpo até atingir o estado de extrema quietude.
  • Somente a partir desse ponto é que, na verdade, damos início à meditação…

Minha primeira aula de Wing Chun Kuen

29 de novembro de 2010 por Marcus Beckenkamp

wingChunGuandmaA poucas horas atrás fiz minha primeira aula de Kung Fu do estilo Wing Chun Kuen com o professor Guga de Limma (Sistema Guandma) na academia Prime Physical Center, no bairro Trindade em Florianópolis.

Só conhecia o Wing Chun da famosa história do Bruce Lee até pouco tempo atrás, porém assisti aos filmes biográficos do mestre difusor do estilo, Ip Man, interpretado genialmente por Donnie Yen, e acabei me interessando mais pela arte.

Antes disso, ainda em São Paulo, conheci um pequeno recinto de Capoeira onde dois mestres de Kung Fu dividiam horário com os praticantes da arte marcial brasileira. Um deles era professor de Wing Chun e me demonstrou algumas técnicas muito impressionantes do estilo. Lembro de ter ficado impressionado com a velocidade de seus golpes. O outro mestre divulgava o Jow Ga, arte pouco conhecida no país, que tem origem em uma família de artistas marciais de vários estilos shaolin.

Mas voltando à aula que tive hoje. O que mais me chamou a atenção foi a preocupação em treinar a estrutura do corpo, mais do que qualquer outro ponto. Segundo o professor, o objetivo é ter golpes que se baseam no corpo todo, ter uma boa base enraizada no chão e treinar a velocidade do “disparo” dos golpes.

O soco básico tradicional do Wing Chun é reto, com o punho virado de lado (polegar para dentro) e vem do centro do peito diretamente para o alvo. A velocidade de troca de um golpe para outro é importante, mas o foco do professor, ainda mais em uma aula inicial, ainda é que ele tenha um ângulo bom, para que se mantenha a ordem estrutural do corpo enquanto se golpeia.

Outro detalhe importante é que deve-se relaxar os músculos, principalmente os ombros, antes de acertar o golpe e tensionar apenas quando este atinge seu objetivo. Acredito que este seja um dos motivos pelos quais os golpes de Wing Chun são tão velozes. Este relaxamento dos ombros me lembrou do treino de Tui Shou que fiz durante a prática do Baguazhang em São Paulo.

Treinamos várias posturas de braços em dupla, mas tudo muito por cima, afinal somos todos iniciantes nesta classe. O treino mais interessante deles foi o de antebraços cruzados, onde um devia retirar rapidamente a mão do companheiro para baixo, agarrando-a, e seguia-se um soco tradicional, que surge do meio do peito em direção ao rosto do companheiro. Movimento clássico do Wing Chun, ao meu ver.

Ainda vimos diversas outras coisas, mas acho que o que mais me chamou a atenção está neste post. Gostei da aula e tenho interesse de continuar praticando, vejo que o Wing Chun tem muita coisa para me ensinar e estou disposto a aprender.

Distribua virtude – Tao Te Ching

25 de novembro de 2010 por Marcus Beckenkamp

Navegando pelo site da Sociedade Taoista do Brasil encontrei mais um texto muito interessante, desta vez diretamente do já falecido Mestre Wu Jyh Cherng, o sacerdote fundador da Sociedade.

Ele fala sobre o Tao Te Ching, Livro do Caminho e da Virtude, porém o mais interessante é o relato do mestre sobre uma conversa que teve com o seu próprio mestre na China, onde este lhe explicou como “distribuir virtude” de forma simples e objetiva.

Leia mais »

Alimentação Taoísta

22 de novembro de 2010 por Marcus Beckenkamp

Procurando me informar mais sobre o conhecimento chinês taoista em relação à alimentação, encontrei este texto interessantíssimo, de autoria de Débora Dines, no site da Sociedade Taoista do Brasil, que reproduzo abaixo.

Alimentação tao

No verão come-se grande quantidade de alimentos crus, refeições frias e bebidas geladas – tudo para aplacar a sensação de calor. Mas, de acordo com a dieta chinesa, esse tipo de alimentação não refresca de verdade.O aparelho digestivo funciona como um grande caldeirão que precisa trabalhar a uma temperatura alta. Os alimentos frios produzem no corpo maior quantidade de energia para manter o “caldeirão” na temperatura certa. Com isso, aquecemos o corpo e acabamos sentindo mais calor. Outro erro: nem todos têm a constituição robusta o suficiente para digerir saladas cruas, o que requer mais esforço do organismo e gera mais calor. A alta temperatura ambiente associada a um excesso de alimentos frios enfraquece os órgãos digestivos. Bebidas geladas e sorvetes contraem o estômago e interrompem a digestão.

Comece a observar os efeitos de aquecimento e resfriamento em seu organismo após as refeições e veja como seu corpo reage. Na feira, note quais são os produtos mais abundantes da estação: em geral são os mais adequados. Berinjela, tomate, quiabo – todas as verduras têm a qualidade de refrescar e colorem o verão. Depois de cozinhá-las, tempere com manjericão fresco, que contrabalança o “frio” destes alimentos, ou pitada de cominho, coentro e gengibre – temperos que a princípio elevam a temperatura do corpo, mas depois trazem o calor para a superfície do corpo e o dispersam. O ideal é que os alimentos sejam cozidos no vapor ou refogados com água, com pouca quantidade de sal.

Evite refeições muito fartas e coma menos sementes oleaginosas. E se você ainda não é vegetariano, diminua a quantidade de carnes e ovos, para não se sentir mole depois. Beba chá de menta ou camomila e, no intervalo entre as refeições, tome suco de melancia, verdadeiramente refrescante. Mas lembre-se: sempre tire as frutas da geladeira de véspera para ingeri-las à temperatura ambiente.

Interessante perceber como não estamos acostumados a entender nosso próprio corpo e sentí-lo no dia-a-dia. Muitas vezes o que achamos ser correto, apenas por ser o mais comum ou o que se está acostumado a fazer, não está colaborando com o equilíbrio do nosso corpo.

Acredito que o conhecimento milenar dos chineses pode nos ajudar muito na busca pelo equilíbrio corporal e físico e por isso continuo me esforçando para compreender e trazer para minha vida esta sabedoria.

Entrevista Mestre Liu Chih Ming

6 de outubro de 2010 por Marcus Beckenkamp

mestre_liu_chih_ming

Um dos principais expoentes da medicina tradicional chinesa[bb] em nosso País, Liu Chih Ming é filho do grande mestre taoísta Liu Pai Lin e vice-presidente mundial pela Federação Mundial de Acupuntura e Moxabustão. Nesta entrevista, ele discute questões relativas à prática da acupuntura e à formação do terapeuta, sempre inspirado na ótica taoísta.

Leia mais »